E quando os pequenos ficam doentes?

Pois é, … a altura das gripes e constipações chegou em força. Mas tirando estas “más da fita” do Inverno, durante o ano há mais vilãs e para todos os gostos: viroses, gastroenterites e tudo o que mais se possa imaginar. Vacinamos, isso sim! Conseguimos evitar muita coisa! E felizmente a pequena cá de casa até tem sido “rija” e tirando os “boca-mãos e pés” desta vida, pouco tem precisado de ficar em casa.

Mas hoje aconteceu, … aconteceu e eu trabalho a recibos verdes. O pai para faltar ainda mais complicado se torna. E para piorar, as avós vivem a 120 km de distância e trabalham. Hoje fiquei em casa com a pequena, sim! Adoro o meu trabalho, os meus meninos e utentes mais velhos, mas hoje a Eva passou mesmo para primeiro plano. Começou com uma tosse terrível já na segunda feira e ontem piorou muito. Ficou letárgica e sem forças, só queria miminho e estar deitada no sofá. Quase vomitava com tanta tosse. Dizia que tinha “tosse na barriga”, tantas eram as dores de tossir e o desconforto que isso lhe causava! Demos xarope para a febre, pois esta já se fazia sentir e a noite foi de espera e muita paciência e amor. De manhã a febre ainda não tinha dado tréguas e por isso a opção foi mesmo ficar com ela. Para evitar que ficasse pior, … e para evitar contagiar os colegas que ainda não estavam assim tão mal. Mas tantos pequenos que têm andado assim, …

Quantos pais haverão como nós, que dependem apenas um do outro, com profissões que os absorvem por vezes quase a tempo inteiro…? Não houve escolha possível nem diferente, … a escolha foi mesmo a Eva. Para lhe dar o meu carinho, o meu amor, os meus cuidados, o meu colo, o meu mimo, … tudo o que ela mais precisa. Abdiquei do meu ganha pão, … passei meia hora em mensagens para todos os pais, de todos os meninos que teria hoje em sessão, e para os educadores e professores das escolas onde estaria com alguns deles, …  e nem sequer recebo nada de apoio da segurança social, … nem sei se a isso tenho direito, … mas pagar, ui se pago! E agora ainda pior, pois as novas regras não sei quem vêm beneficiar.

Fica o desabafo, … fica a reflexão… ser trabalhador a recibos verdes não é fácil, … ver os nossos filhos doentes ainda mais difícil é. Vale-nos o sorriso grato por cada momento passado juntos e a esperança de o amanhã ser melhor e de já irem felizes e cheios de alegria para mais um dia de escolinha!

 

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2018… que ano foste tu?

Último dia do ano… não gosto de balanços, prefiro pensar em reflexões, em ensinamentos que ficam, em passados deixados para trás das costas e em desejos renovados. Sou assim, por vezes negativa por fora, mas cheia de coisas boas, pensamentos positivos e sonhos imensos por dentro. À minha maneira, sou feliz! Sou feliz com os meus, com os que me rodeiam, com os que me acolhem, com os que me dão colo e mimos, com os que me chutam e me põe à parte. Obrigada a cada um de vocês, à vossa maneira, todos têm um lugar muito importante em mim. Nem mais, nem menos, cada um da sua forma.

2018, foste um ano longo, … de dualidade imperfeitas, … felizes, infelizes, … de desejos concretizados, de sonhos realizados, … de desilusões que doem a sarar, … de lágrimas de dor e de agradecimento, de mil “obrigados”! Começaste balanceante, entre a dúvida, a alegria de uns dias, a tristeza de outros. O reconhecimento dos que me rodeiam, a alegria da partilha, … a dor da perda, o sabor doce das conquistas e das vitórias. Nem te sei explicar, … só sei que tanto aprendi contigo.

Ainda há pouco, ao pequeno almoço, dei por mim viajante em pensamentos, … em memórias, … penso que me agarrei às melhores e fiquei feliz por isso. Nas mágoas, parei um pouco, refleti e segui. O luto está em processo crescente, pelas perdas físicas, pelas afetivas, … por ter visto partir de várias formas tantos que amava, por ter visto chegar tanta gente bonita até mim. Para onde pende a balança? Nem sei ao certo! Bom, mau, … tudo faz parte, … é isso que gera o equilíbrio. Foram as agruras deste ano que me fizeram valorizar ainda mais os que estão perto. Aos outros, desejo o melhor, na certeza da escolha feita e que não mais volta atrás.

Mas vamos ao positivismo, ao que quero levar de ti em braços para 2019: obrigada pelo meu cantinho do coração, o meu sonho tornado realidade (https://www.facebook.com/joanaaterapeuta/videos/318443422289683/) . Obrigada pela saúde e pela força dos que me rodeiam. Obrigada por estarmos quase todos por cá, .. fica a saudade dos que partiram, mas a alegria dos que se mantém firmes junto a mim: é por eles que todos os dias traço o meu caminho. Obrigada pelos desafios conseguidos, pela coragem para partir em busca de novo caminhos. Obrigada às pessoas lindas e positivas que consegui agarrar para o meu núcleo de “coisas boas e gente maluca e feliz pela vida”! É assim que sou, … é assim que me vejo, pois sei que depois de uma nuvem passageira, outra e mais outra, o sol que brilha é o mais bonito e o mais forte e sólido!

Por fim, a mais importante de todas. O motivo maior de ser o que sou e de ser como sou: minha terna e doce Eva. Meu sorriso maior! Meu coração fora do peito! Minha Menina Feliz, minha Sininho, minha Borboleta e minha bailarina! Pureza e leveza de ser são o teu nome do meio. Força motriz dos meus sonhos, âncora na minha tristeza… tens em ti tudo o que o meu mundo mais deseja. É por ti que existo, hoje e sempre! Melhor de 2018, … melhor de sempre! A ti, a todos, um sentido “obrigada”! Que 2019 nos traga energia positiva, saúde, paz, espírito sereno e sonhos mil… concretizações à medida da nossa força e sorrisos desmedidos. Obrigada 2018! Foste tu, sem igual, … obrigada, de coração cheio e feliz!

Natal simples, … fica o essencial!

Este ano o nosso Natal pautou-se por algumas ausências, … mas também por alegria infinita, pois a nossa Eva já sabe aproveitar tão bem a magia desta época. E quando digo que usufrui ao máximo é mesmo na verdadeira essência da quadra, no real significado que ela deveria assumir sempre.

Valoriza o estar, o ser, … o olhar, o observar! Derrete-se pelas luzes de Natal, pelos enfeites, … pára em cada recanto da rua, das lojas, observa as casas, .. na noite, até uma simples luz das antenas de telemóvel ou um semáforo ao longe merecem um sentido “oh, tão lindo!”. Tal é a felicidade em que anda envolta que todas as luzes lhe parecem mágicas e sem igual. E eu fico deliciada a olhar para ela, a observar aqueles risos felizes, ternurentos, sinceros, puros, … quem me dera ainda manter perante a vida esta contemplação da simplicidade que tanto a carateriza, às vezes tenho saudades. Pouco espera, tudo recebe! O brilho que transborda dos seus olhitos brilhantes enche-me o coração!

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Não, aqui por casa não somos apologistas de muitos brinquedos nem da cultura do “ter” material. Não valorizamos a azáfama do comprar, do trocar as prendas, … primamos pela simplicidade, e felizmente estamos a conseguir, de forma natural, passar à nossa menina todo este verdadeiro sentimento da quadra natalícia. As prendinhas que foram chegando, foram sendo partilhadas com ela ao longo dos dias, … cada uma sendo valorizada particularmente, por si mesma, em cada serão. Na noite de Natal veio a tão esperada, a que ela tinha pedido ao Pai Natal: o Livro do Wall-E. Pequenos 6€ que valeram enormes sorrisos! “O Pai Natal fez mesmo a magia!” dizia ela. E fez, oh se fez! Nada mais importou, … ela queria era mostrar o livro a todos, partilhá-lo com quem a rodeava. Teve mais algumas prendinhas, que foi vendo curiosa, … mas sem o frenesim louco do consumismo e do querer mais e mais à medida que vinha cada embrulho. Sorria-lhes enternecida, e calmamente apreciava-as!

Ouviu-se a sineta do Pai Natal, tradição na casa da Bisa. A sineta tocou por debaixo do seu xaile enlutado, mas o seu rosto sorria. A pequena sorria com ela, feliz, sem saber do “segredo”! “É mesmo o pai Natal!”. Por isto, pela magia do ser simples, … quem me dera que fosse sempre Natal. Basta uma pequena gambiarra de luzes a piscar, … um livro, … um miminho, … e momentos em família! Natal é isto, … não precisa ser nada mais!

A música e as emoções… aos olhos da pequena Eva!

A quinta feira foi um dia de coração cheio, de muitas emoções, … de todo o tipo. Mas o serão não podia ter sido mais enriquecedor e ternurento. Fomos, pela primeira vez nestes dois anos e meio, a um concerto todos juntos. Tanto que o queríamos fazer há muito, mas infelizmente nem todos os locais o permitem! Desta vez, foi diferente.

Enviámos email ao TAGV (Teatro Académico de Gil Vicente) e logo nos permitiram a entrada da pequena, ainda que ficando ao colo. Nada contra, mais uns momentos de mimo, de colo e de ternura, que valeram por tudo. O concerto era pela paz, pelos direitos humanos… Coro Sinfónico Inês de Castro! Majestosos espetáculo, com todo o mérito aos intervenientes. Há muito que não me deixava assim levar pela emoção da música, pelo som, pelas intensidades, pela harmonia das vozes e o seu entrelaçar feliz com todos os instrumentos, … durante tanto tempo foi ali que cresci! No meio do coro, das orquestras, dos festivais da canção infantis da escola de música que frequentei durante quase vinte anos, … o burburinho do palco, o nervoso miudinho, o peso da responsabilidade e o prazer dos momentos de apresentação ao grande público. Que saudades de todo aquele frenesim!!!

Várias vezes me arrepiei, quer pelo tema, quer pelas lembranças felizes de uma infância e juventudes passadas no meio da música e de todos os seus afazeres felizes. Sou grata a esta educação que tive, … a este caminho que tracei.. a todos com quem me cruzei. Saber que hoje posso partilhar isso com a Eva deixa-me ainda de coração mais aquecido!

E ela vibrou! Delirou com tudo! Os sons, as pessoas, os instrumentos, as imagens que passavam num ecrã, no grande palco. Os olhos enchiam-se depressa de mais, ela queria absorver tudo: cada som, cada passo, cada vez que os solistas se abeiravam da frente do palco, os movimentos do maestro… Sinalizava com expressões faciais e corporais fortes cada mudança de andamento e cada intensidade mais forte, sobretudo da percussão e dos metais. Estava rendida … uma estimulação variada, mas tão harmoniosa, que lhe tomou conta dos sentidos durante cerca de uma hora e meia, uma hora e meia grandiosa, de tanto para contar!

Estava petrificada, com olhar atento e quase nem pestanejava. Colheu cada emoção, verbalizou isso tantas vezes! “Tenho medo mamã e papá!”. E via-a olhar com compaixão para as crianças que o vídeo ia mostrando… aquelas que, como lhe dissemos, eram “os meninos que não tinham comida”, como tantas vezes a alertamos.

E foi assim, do início ao fim, sem desligar daquela nova realidade, sempre reagindo aos medos, aos momentos mais serenos, que o concerto chegou ao fim. Teve magia,… a magia do nosso primeiro concerto “à seria”! A magia de um momento magnífico em família, … que prazer ver a satisfação no seu olhar, nos olhos do pai que a teve quase sempre ao colo vivendo tudo isto ainda mais intensamente.

Obrigada filha, … contigo, tudo se torna ainda mais especial!

Três anos da melhor notícia do mundo!

Três anos se passaram: 12 de dezembro de 2015. O dia em que confirmámos que vinhas a caminho. O dia feliz em que não cabíamos em nós de contentes. Aquele dia em que combinámos guardar segredo até à altura em que estivéssemos com os nossos, no Natal, para lhes dar a notícia pessoalmente.

As primeiras consultas, análises, … todos os medos, anseios, … as partilhas, os abraços, a alegria, … o amor infinito e desmedido, começou ali! 🙂 Somos felizes por te ter nas nossas vidas e o dia da confirmação foi já há três anos. O tempo tem corrido célere. Ainda assim, só lhe podemos agradecer por nos continuar a revelar a menina feliz que és, … mesmo que com birras à mistura! Tudo fa parte, mas o contrabalanço que nos dás em amor é tão, mas tão superior.

Obrigada por esse coração tão doce, pelos miminhos, pelos carinhos, … pelos adoráveis “Bos-ti” (“gosto de ti”!) e pelos “amo-ti”, logo pela manhã. Sabem-me pela vida, … são o motor para todos os desafios do dia.

Que a vida nos dê mais tempo para olhar para ti, para te ver crescer, … para partilhar contigo tudo o que de belo somos quando estamos juntos. 12 de Dezembro: o dia que mudou as nossas vidas para sempre. O dia em que, de um belo arco-iris, a nossa vida passou à mais bela paleta de cores que o mundo pode acolher. Obrigada pai Carlos, … obrigada filha, a minha “menina feliz”!

 

 

Contato pele a pele – o início de vida perfeito!

O contato pele a pele é privilegiado em instituições amigas dos bebés, sendo um dos critérios para que obtenham e mantenham essa designação! Para além dessa condição, este tipo de contato inicial entre mãe e bebé nos primeiros tempos de vida assume-se como um início perfeito da nova vida para o bebé que acaba de conhecer o mundo! Depois de passar alguns meses no útero materno, com todas as condições ideais de temperatura e todos os confortos, com toda a proteção garantida, o recém-nascido vê-se chegado a uma nova realidade, onde a auto-regulação começa a ser necessária. Ora, este novo ambiente nem sempre é um desafio fácil para os mais pequeninos, sendo que a passagem para o meio externo é feita, por vezes, em pouco minutos.

Há quem refira mesmo o primeiro trimestre de vida do bebé como o último de gravidez, ou seja, uma espécie de gestação fora do útero, onde o bebé aprende a viver com os desafios do meio, com novos sons, com temperaturas menos controladas, com agentes de agressão que lhe estão mais próximos.

Cá em casa, privilegiamos o contato pele a pele em vários momentos, e a Eva já tem dois aninhos. Sabemos que a acalma em momentos de maior medo, em situação de birra, quando está adoentada, … sentir o nosso calor é um fator essencial. E até nós, eu e o pai, usamos este tipo de contato quando precisamos nós do colo da pequena. O poder do contato pele a pele é mágico. Ora, se assim é em crianças mais crescidas, o que dizer dele num recém-nascido?

Que nenhuma mamã, sempre que as condições pós-parto assim o permitam, seja proibida deste laço com o seu filho! Oh, como recordo eu aquele dia 23 de Julho de 2016… 8:05! Aquele raio de sol que me entrou pela janela da sala de partos, .. o sol que entrou na minha vida, que a mudou para sempre, para melhor! Chegava a Eva e as recordações são maravilhosas. É verdade, estamos exaustas do parto, de todas as dores, do esforço feito, … de tudo o que ouvimos, do turbilhão de emoções que sentimos, … e a verdade é que precisamos os dois de colinho bom: mãe e filho. O estreitar do vínculo criado durante a gravidez, o primeiro impacto de que realmente temos um bebé no nosso colo. Os cheiros, o conforto, a segurança, … tudo (re)começa ali. É uma nova etapa. O bebé não sabe bem o que lhe aconteceu, por isso, quanto mais próximo estiver da mãe, mais fácil lhe será habituar-se ao seu novo mundo!

O contato pele a pele permite-lhe continuar a sentir de perto o cheiro da mãe, a ouvir o seu coração e todos os barulhos que o corpo dela faz. Ele conhece-os tão bem! 🙂 Assim, a vida fora da barriguinha começa deliciosa, … sem sobressaltos! Calma, paz e tranquilidade é tudo o que o bebé necessita após o parto. E se for possível amamentar, ainda melhor!

Muitas maternidades e profissionais permitem que o bebé faça a reptação, desde a barriga da mãe até ao peito, logo após o parto. Sim, por isso mesmo o mamilo tem aquela cor acastanhada. Do pouco contraste visual que o bebé consegue distinguir, aquela cor mais escura, perante a pele clara da mãe, é o seu principal foco de atenção. Com a Eva tivemos a sorte imensa de tudo isso ser possível, … quase uma hora de carinho e agradecimento. De contemplação e paz. A pequena mamou. Mais profissionais deviam difundir esta prática. Um bebé ser amamentado nas primeiras seis horas de vida traz benefícios sem fim. Se esta prática for feita nas primeiras duas horas de vida, melhor ainda! É a melhor vacina que lhe podemos dar, imcomparável a qualquer uma que um dia a ciência farmacêutica possa criar.

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Por isso, que mais mamãs o consigam no parto. Que o prolonguem pelos primeiros dias de vida do bebé, nos primeiros meses, … pela vida fora! Sempre que o seu benefício seja maior! 🙂 Outra das vantagens, e porque o pai tem naturalmente uma temperatura corporal superior à da mãe, é que se use este importante trunfo em caso de cólica. Tantas vezes acalmámos assim a pequena, na barriguita do pai, com massagens. De facto, tudo isto ajuda a que eles fiquem melhores!

Dispam-se de preconceitos, aproveitem os vossos bebés, … mimem-nos, … deixem-se ser mimados por eles. Afinal, os anos passam ligeiros, e quando damos conta eles são grandes demais para o nosso colo. Não pelo tamanho, mas porque um dia a vontade de nos pedirem esse mimo vai ser menor. Aproveitemos então cada dia, cada momento, cada segundo.

Contato pele a pele, sempre! Desde os primeiros segundos de vida, … e até que o bebé assim o queira. A segurança que se cria neles ficará pela vida fora! Sempre! 🙂

Como entreter os mais pequenos em viagem… sem tablets nem telemóveis?

Para a maioria dos pais, ter que fazer viagens de carro ou outras, sobretudo viagens maiores, é sempre complicado, sobretudo quando se pensa em como entreter os mais pequenos! Muitas vezes são todas as coisas que temos de levar connosco, desde as mochilas com mudas de roupa, fraldas, babetes, comida, pequenos snacks e lanches, … e depois a viagem em si! Na maior parte das vezes vale o dvd do carro, os que se colocam à disposição dos miúdos mesmo que o carro não traga leitor de dvd de origem, … os telemóveis com jogos, …

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Mas, e se falassemos de alternativas que podem tornar as viagens ainda mais dinâmicas e divertidas para toda a família, fazendo com que os miúdos, para além de divertidos, vão a interagir connosco e ainda aprendam muitas coisas novas? Querem saber como fazemos cá por casa? Que recursos utilizamos? É disso mesmo que hoje vos quero falar! Aqui ficam algumas dicas que usamos nas nossas viagens, nas mais pequenas e nas maiores!

CD’s de Música

As canções são a melhor forma de entreter e interagir com os pequenos, em qualquer momento. Aprendemos novas canções, cantamos vezes sem conta as que já conhecemos, as que aprendemos na escola, com os amigos, … a Eva adora isto! Gosta de ouvir a Xana Toc Toc, as canções do Panda, … fica fascinada e quer cantar todas as letras! Sei que há outras crianças que preferem as Canções da Sónia, as Canções da Maria, … e as opções são tantas e tão variadas. Há para todos os gostos! E assim aprendemos mais sobre os animais, sobre as cores, os dias da semana, … os transportes, os contrários, … brincamos com as rimas e com as palavras, com os sons e com a magia dos trocadilhos feitos!

E mesmo que as canções não estejam nos cd’s, porque não entoarmos todos juntos? Um de nós às vezes começa uma canção e a pequena vai atrás! Outras vezes é ela mesmo que se lembra de alguma e vibra quando começamos a cantá-la todos juntos! 🙂

 

CD’s com Histórias

Esta é outra opção que não dispensamos! E temos vários com o tema. Alguns herdados da infância da tia-madrinha Sara, outros do meu trabalho com os mais pequenos, … Histórias tradicionais, histórias infantis variadas, … todas são um chamariz para a atenção da pequena. Gosta de as ouvir vezes sem conta! De antecipar o que vai acontecer, a personagem que vai surgir, a voz que irá fazer, … e assim incentivamos ao trabalho da memória, da interação entre as personagens, do conhecimento da narrativa e da sequência espacio-temporal. O que aconteceu primeiro? E depois, o que irá acontecer? Será a avó que come o lobo mau? Não!!!!! É o lobo que come a avozinha!!!!! E será que a Cinderela encontra o seu sapatinho!!! Sim!!! E casa com o principe! Como a Eva adora ir contando a história ao mesmo tempo! E se as narrativas tiverem músicas, canta-as também animadamente!!

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Gosta particularmente das histórias da Carochinha, pois também temos o DVD! Em casa já as vimos, poucas vezes, mas as suficientes para se lembrar das personagens e dos acontecimentos quando apenas ouve a narração, nas viagens de carro. Adoramos também as histórias do cd da Audiolândia (audiolandia) ! Já conhecem? “Animais que me falaram”! É um CD adorável, com fábulas deliciosas, umas mais conhecidas que outras, mas todas de uma doçura e ensinamentos infinitos! A propósito delas, temos surpresas, … leiam o post até ao fim! 🙂 😉

CD’s interativos

Por falar em Audiolândia, em termos de CD’s interativos esta é a nossa escolha. Adivinhamos os sons dos animais, os sons do dia-a-dia, dos instrumentos, … respondemos a adivinhas e a perguntas sobre o que ouvimos, … haverá melhor forma de aprender e de entreter os pequenos? Sim, é verdade! Aqui trabalhamos com eles a competência de se concentrarem apenas no que é ouvido, nos estímulos sem a componente visual, algo que deve ser incentivado desde cedo. Nem só de imagens vive o conhecimento e as aprendizagens e esta é uma ótima forma de irmos treinando a memória, a imaginação e a capacidade de atenção dos nossos pequenos!

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Conversas à solta

E que melhor que as conversas soltas, livres e despreocupadas? Que nos enriquecem e fortalecem os laços entre pais e filhos, que nos mostram que somos cúmplices e que partilhamos gostos e desejos? Conversas sobre tudo! Sobre o dia-a-dia, como correu a escola e o trabalho… como será o passeio que vamos dar, o que iremos ver, … o que gostávamos de visitar em breve, os locais que gostaríamos de conhecer, … tudo, tudo, tudo!

Uma viagem de carro, de comboio, de avião, … não precisa de ser algo complicado e desesperante! Pode ser animada e enriquecedora! Divertida e com tanto para aprender e partilhar! Quem aceita as nossas dicas? E quem quer ganhar os dois CD’s da Audiolândia? Pois é, temos um de cada para oferecer: o CD das histórias e O CD interativo com perguntas e adivinhas! O concurso decorre na página de facebook (Joana a terapeuta, e a mãe!). Participem! A nossa prendinha de natal este ano chega mais cedo! Boa sorte a todos!